A economia do compartilhamento e a mobilidade urbana

Não é só lá fora que a economia do compartilhamento está rompendo paradigmas, inventando modelos comerciais e gerando renda. Aqui no Brasil também há diversas iniciativas bacanas nessa área que segundo a consultoria Pricewaterhouse & Coopers em 2025 vai movimentar US$ 335 bilhões globalmente.

Uma delas é a Tripda, que viabiliza o compartilhamento de caronas, já está em 13 países e tem 150 mil usuários ativos. A plataforma une quem está viajando e tem algum lugar vago no carro com quem quer ir para o mesmo destino ocupando esse lugar.

ezparkOutro tipo de ocupação de vagas é o que a ezPark quer resolver. A proposta da empresa é viabilizar o compartilhamento de vagas de estacionamento. Se você tem uma uma vaga em casa que só usa à noite quando chega do trabalho, poderia alugá-la durante o dia. Um aplicativo mostra as vagas disponíveis e quanto custam por hora ou dia. O pagamento é feito pela plataforma que cobra 30% de comissão.

Mesmo sem carro, há uma iniciativa de compartilhamento para você. A CompartiBike oferece suas próprias bicicletas, inclusive elétricas, para serem usadas por períodos curtos como meio complementar ao transporte urbano. Os usuários só pagam uma taxa após um período determinado de uso, que varia de uma a duas horas.

PegcarA Pegcar vai mais longe e propõe que qualquer um possa alugar seu carro quando não estiver usando. Se ele fica parado no estacionamento o dia inteiro enquanto você está no trabalho, porque não alugá-lo por algumas horas? A ideia da empresa é ajudar a rentabilizar um ativo no qual foi investido um bom dinheiro.

Recentemente até algumas montadoras como Ford GM e BMW anunciaram projetos para incentivar que proprietários de veículos novos aluguem seus carros para outros motoristas. Já falamos sobre o pavor das montadoras com esse tipo de negócio e como elas estão se virando aqui.

Mobilidade urbana é um prato cheio para inovação já que possui uma quantidade enorme de problemas a serem resolvidos e é muito bom que empresas brasileiras estejam vendo essas oportunidades e conseguindo viabilizar soluções que possam ser replicadas no mundo todo.

Um comentário sobre “A economia do compartilhamento e a mobilidade urbana

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