Novas e velhas relações de trabalho depois do Uber

Photographer: Andrew Harrer/Bloomberg via Getty ImagesNovos modelos de negócios viabilizados pela tecnologia geram novas oportunidades profissionais e, se não resolvem um problema, pelo menos melhoram processos, economizam tempo e movimentam a economia.
Mas isso vêm com um preço: a quebra de paradigmas e monopólios há muito tempo estabelecidos e a consequente insatisfação de quem os possuía.
O Uber – serviço de motoristas particulares solicitados apenas quando necessário – recentemente proibido de funcionar em São Paulo por “concorrência desleal com taxis”, é o mais evidente exemplo dessa situação na qual simplesmente não há leis para regulamentar nem o seu funcionamento nem as novas relações de trabalho que esses novos negócios vêm criando.
Neste artigo da The Economist publicado pelo Estadão o autor se aprofunda no tema e compara quem trabalha com o Uber a quem trabalha para o Uber. Leia aqui: http://goo.gl/mTGZD3

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s